Luiz Augusto Nunes Moreira Silva Santos
Sócio administrador
Responde pela tecnologia e pela operação dos sistemas — do desenho do processo com o cliente ao que roda em produção todo dia.
Tecnologia construída a partir da operação.
Não começamos com uma ideia de software procurando um problema. Começamos com um problema de operação procurando quem o resolvesse.
O que observamos. Empresas competentes, com equipe boa e cliente na porta, tomando decisões no escuro. O dono sabia o faturamento e não sabia a margem. O RH fechava a folha reconstruindo a jornada de memória. O engenheiro descobria o estouro da etapa quando ela já estava concluída. Em todos os casos o dado existia — só não estava em lugar nenhum que servisse para decidir.
Qual era o problema. Não era falta de software. Era software escrito por quem nunca viu a operação: a tela pedia três cliques onde o garçom tem dois segundos, o relatório trazia vinte colunas onde o dono precisava de uma, e o lançamento exigido no canteiro levava mais tempo do que a rotina permitia. Aí a planilha voltava, e o sistema virava licença paga sem uso.
Por que construímos a Namos. Porque o caminho para resolver isso não é vender mais software — é inverter a ordem. Entender a operação primeiro, desenhar o processo com quem executa, e só então construir o sistema. É mais lento no começo e é a única forma de o sistema ainda estar em uso seis meses depois.
Cozinha industrial, restaurante e a conta que precisa fechar no fim do mês. É desse chão que vem a frase que a gente repete até hoje: antes de programar, a gente operou.
Controle de jornada feito em papel e planilha, estoque contado só quando faltava, e custo de prato definido olhando o concorrente. Três problemas diferentes com a mesma raiz: o registro acontecia longe do momento do fato.
O primeiro sistema não nasceu para vender: nasceu para resolver. Um controle de ponto com reconhecimento facial, construído para uma operação multi-unidade e testado do jeito mais duro que existe — dezenas de pessoas batendo ponto todo dia, em turnos e escalas que não cabiam no padrão. Ele está em produção até hoje.
Constituída como NAMOS TECNOLOGIA E SERVIÇOS LTDA, CNPJ 68.828.795/0001-64, com sede em Goiânia e sociedade em partes iguais entre os dois fundadores. O que era solução para uma operação passou a ser produto para muitas.
O método que funcionou na alimentação se mostrou o mesmo em outros lugares: ir até a operação, desenhar com quem executa, implantar junto com a equipe e ficar nos primeiros dias. Barbearia, construção civil e RH entraram por aí.
Namos Ponto, Namos Barber e Obra 365 — cada um com o vocabulário do seu setor, todos construídos a partir dos mesmos módulos e do mesmo jeito de trabalhar.
A Namos é uma sociedade de dois, em partes iguais, e os dois administram. Não há investidor externo nem conselho: quem decide é quem atende.
Sócio administrador
Responde pela tecnologia e pela operação dos sistemas — do desenho do processo com o cliente ao que roda em produção todo dia.
Sócia administradora
Responde pela gestão da sociedade e pelo relacionamento com os clientes, do diagnóstico ao acompanhamento depois da implantação.
Fazer com que empresas decidam com número, e não com memória — construindo a tecnologia a partir da operação de cada uma.
Ser a empresa de tecnologia que operações de verdade escolhem primeiro, em cada setor onde a gente resolve o problema melhor do que qualquer sistema genérico.
Ninguém escreve tela antes de ver a rotina de quem vai usá-la.
Se precisa de treinamento para achar o botão, o botão está errado.
Relatório bonito que ninguém usa vale menos que um número certo na tela.
Quem implantou é quem atende. Sem camada entre o problema e quem resolve.
A operação muda. O sistema acompanha, ou vira planilha de novo.
Prazo que não cabe, promessa que não sustenta e número que não medimos não entram na conversa.
O diagnóstico é gratuito e começa por uma chamada. Em Goiânia e região, a gente vai até a sua operação.